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Ele acentuou que, devido ao aumento na incidência de casos de pessoas com câncer, está havendo um aumento no número de pacientes que procuram à unidade em busca de tratamento.

Disse o Hospital está funcionando normalmente em todos os serviços prestados, mas o problema está na área de quimioterapia, em razão da FAP não está recebendo o equivalente aos serviços prestados. Em um mês, 29% dos atendimentos nessa área não foram pagos ao hospital.

O médico disse ainda que o hospital foi alertado pela Secretaria de Saúde sobre não haver possibilidade de pagamento dos atendimentos acima do teto estabelecido pelo SUS na área de quimioterapia.

 

 

 

 

 
Romero protesta contra a suspensão no tratamento de quimioterapia na FAP
 
O deputado Romero Rodrigues manifestou a sua preocupação com a suspensão do tratamento de quimioterapia por falta de pagamento do SUS ao Hospital da FAP. Ele disse que recebe com preocupação e estarrecimento esta notícia, se fazendo necessária a adoção de providências em caráter de urgência no sentido de resolver este grave problema que atinge diretamente a população. Pede a interferência dos gestores do Município, do Estado e do Governo Federal para liberar mais recursos para o Hospital atender os casos que necessitam de assistência. “Um ser humano povo não pode ser condenado a morrer com uma doença dessa em razão da burocracia de alguns”, destacou.

Assinalou que “o câncer não espera a burocracia resolver os problemas existentes. A questão é séria e merece a preocupação e a adoção de medidas em caráter de emergência por quem de direito”. O Hospital da FAP suspendeu o tratamento de quimioterapia para novos pacientes em Campina Grande, indagando se as pessoas estarão condenadas a morrer com uma doença tão grave, em razão dos atos burocráticos e da insensibilidade de alguns.

Segundo o diretor do Centro de Cancerologia do Hospital da FAP, médico Rogério de Assis, o problema que está acontecendo se chama teto financeiro, e os recursos que são destinados do SUS para esses pacientes é limitado. Em relação especificamente à quimioterapia, nem todos os procedimentos estão sendo pagos pelo SUS. “Então, tivemos que fazer uma paralisação, uma suspensão temporária no atendimento das primeiras vezes. O atendimento ao paciente de quimioterapia que já vinha se tratando, vai continuar”, asseverou.

 
   

 

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