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A informação dá conta de que esses projetos selecionados precisam da emissão do alvará de funcionamento – serão embriões de novas empresas -, assim como da inscrição na Receita Estadual, algo já solucionado. Entretanto, o secretário de Desenvolvimento Econômico da PMCG, Alex Azevedo, e o próprio prefeito Veneziano têm entravado esse procedimento burocrático, apesar de renovados apelos da comunidade científica e de lideranças educacionais e empresariais.

De acordo com a denúncia, Campina Grande, e o Estado, por extensão - corre o risco de perder esses milionários recursos, além - e principalmente - da chance de sediar um novo centro de excelência em tecnologia de ponta, com estimativa de gerar cerca de 300 empregos e piso salarial equivalente a sete salários mínimos.

A justificativa dada aos interlocutores é a intenção da PMCG de reivindicar a área acima mencionada para oferecer outra destinação. Conforme o requerimento de Romero Rodrigues que a Assembleia comunique o teor do requerimento à Câmara Municipal de Campina Grande, aos vereadores, ao prefeito do Município, à Fundação Parque Tecnológico, além da Imprensa.

 

 

 


 

 

 

Romero diz que Campina Grande corre o risco de perder empreendimento de vários milhões de reais

 
O deputado Romero Rodrigues manifestou a sua preocupação hoje na Assembleia Legislativa da Paraíba, com relação ao risco que Campina Grande está correndo com o atraso no inicio das obras do CITTA (Centro de Inovação e Tecnologia “Telmo Araújo”), às margens do açude de Bodocongó.

Segundo o parlamentar que tomou conhecimento do problema e está solicitando em caráter de urgência, através de requerimento de sua autoria em tramitação no Poder Legislativo, ao prefeito de Campina Grande e ao secretário de Desenvolvimento do Município da localidade a adoção de providências para a liberação de alvarás objetivando o inicio das obras do empreendimento.

Ele disse que tomou conhecimento do problema através da imprensa de que Campina Grande está na iminência de perder uma importante iniciativa, por aparente insensibilidade do governo municipal. No bairro de Bodocongó, próximo às universidades públicas, Escola Técnica Redentorista e Fundação Parque Tecnológico, foi desapropriada pelo governo estadual (gestão Cássio Cunha Lima) uma área de dois hectares com cerca de quinze galpões. O imóvel que pertencia à desativada Indústria Limoeiro foi direcionado para sediar o CITTA – Centro de Inovação e Tecnologia Telmo Araújo.

Conforme as informações após a desapropriação - e respectiva quitação -, ainda no governo anterior foi celebrado um contrato de cessão de uso à Fundação Parque Tecnológico – integrada por universidades públicas, governos municipal, estadual e federal, bancos públicos, etc. – para viabilização no Estado de um projeto nacional com recursos a fundo perdido.

O Programa Primeira Empresa Inovadora pretende investir aproximadamente R$ 14 milhões na estruturação de empresas de base tecnológica nos estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba. Na seleção de projetos, a Paraíba emplacou quase 100, sendo 43 deles de Campina e 16 da Capital. “A Fundação PaqTcPB é um modelo a ser seguido”, avalizou Marcelo Camargo, coordenador nacional do Prime da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia.

O assunto foi abordado em sua coluna do Jornal da Paraíba no dia 28 de fevereiro de 2010, pelo jornalista Arimatéia Souza que denunciou o problema, que reforça nesta oportunidade, e leva até o Plenário da Casa legislativa.

 
   

 

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